sexta-feira, 28 de setembro de 2012

ISRAEL, IRÁ E O FIM (!) (?)

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A temperatura do conflito Israel e Irã subiu bastante de temperatura, medida pelos discursos que ambos fizeram na ONU.
A gafe de colocar o Ahmadinejad para discursar no dia mais sagrado de Israel, Yom Kippur, foi um deslize imperdoável (ou deliberado?).
Foi interessante ver Ahmadinejad discursando com uma fala moderada, diante diversas cadeiras vazias, quando em outros momentos, e a outros interlocutores, ele já declarou que seu mundo ideal passa pela destruição completa de Israel.
Ser literalmente varrida do mapa!
Ou seja, quando (e não se) ele tiver sua bomba nuclear, Israel já sabe o que ele pretende fazer com ela, embora não tenha declarado isso em seus discursos na ONU.
Veja a matéria sobre sua fala na ONU neste link e abaixo:

Líderes de países ocidentais não tiveram motivo para se levantar e abandonar a Assembleia Geral da ONU nesta quarta-feira (26), durante o discurso do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. O vazio das cadeiras durante a fala do líder iraniano é praticamente uma tradição nas Assembleias mas, em seu último discurso antes de sair da presidência, Ahmadinejad ofereceu palavras moderadas à comunidade internacional.
Em sua oitava fala em uma Assembleia Geral, o líder afirmou que o Irã recebe de bom grado “qualquer esforço que pretenda promover paz, estabilidade e tranquilidade” no mundo.
Ainda assim, Ahmadinejad não deixou de criticar as potências hegemônicas, afirmando que a intimidação por meio de armas nucleares e de destruição em massa prevalece entre a comunidade internacional. Ele citou a “ameaça constante dos sionistas incivilizados” contra o Irã como exemplo dessa situação.
O país sofre grandes pressões internacionais por suas ambições nucleares. O Irã alega que suas intenções com a tecnologia nuclear são pacíficas, mas as potências Ocidentais não estão convencidas. Em discurso na Assembleia nesta terça-feira (25), o presidente americano Barack Obama declarou que os Estados Unidos “farão o que for necessário para impedir o Irã de obter uma arma nuclear”.
Estados Unidos e Israel boicotaram o discurso
Apesar das palavras menos agressivas do que de costume, os Estados Unidos e Israel se negaram a comparecer à Assembleia na hora da fala de Ahmadinejad.
Erin Pelton, porta-voz da missão americana à ONU, criticou o fato do discurso do líder iraniano ter ocorrido justamente no dia do Yom Kippur, data sagrada para o judaísmo. A delegação israelense não teria comparecido por este motivo.
Os líderes canadenses também não estavam presentes durante a fala de Ahmadinejad.

Ainda assim, a resposta de Netanyahu soa apocalíptica, pois temos inclusive uma data estabelecida por ele para fazer algo, que pode, literalmente, incendiar o mundo.
Esta data é até abril ou maio de 2013!

Leia a matéria publicada no Terra logo abaixo:

Segundo a leitura de analistas israelenses, o significado do discurso do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, perante a Assembleia Geral da ONU nesta quinta-feira, é um compromisso público de atacar o Irã até abril ou maio de 2013, se o país persa não abrir mão de seu programa nuclear.
Para o analista politico do canal 10 da TV israelense, Raviv Druker, "o ultimato que Netanyahu tentou ditar à comunidade internacional compromete, antes de tudo, a ele mesmo".
O premiê de Israel mostrou um diagrama de sua visão sobre o programa nuclear iraniano e declarou que a "linha vermelha" que deve ser imposta pela comunidade internacional será após a finalização do processo de enriquecimento de urânio em nível médio.
Segundo analistas militares, dentro de aproximadamente 6 meses as instalações nucleares iranianas poderão completar essa etapa.
Para Netanyahu, esse será o "último momento" para barrar o armamento nuclear iraniano, pois, depois dessa fase, os iranianos "poderão produzir uma bomba nuclear em locais pequenos e subterrâneos" que até os serviços de inteligência mais sofisticados do mundo não poderão detectar.
Netanyahu também afirmou que nas etapas preliminares, de enriquecimento de urânio em níveis baixo e medio, são necessárias instalações amplas onde possa ser colocado um grande número de centrífugas, mas nas etapas posteriores "são suficientes locais pequenos" cuja destruição seria mais difícil.
De acordo com o analista Emanuel Rozen, o ultimato e os prazos estabelecidos por Netanyahu em seu discurso na ONU "demonstram o fracasso diplomático" do premiê israelense. "Esse diagrama deveria ser apresentado por ele ao presidente Barack Obama de forma discreta, e não em público", afirmou Rozen.
No entanto, o presidente americano rejeitou o pedido de encontro do premiê israelense durante sua visita aos Estados Unidos, afirmando que está ocupado com a campanha eleitoral. A rejeição ocorreu depois que Netanyahu criticou em termos duros a política dos Estados Unidos em relação ao Irã, afirmando que "aqueles que se negam a colocar limites ao Irã não têm direito moral de impor limites a Israel", em referência a declarações de dirigentes americanos contra as ameaças israelenses de atacar o Irã.
A líder do Partido Trabalhista, Shely Iahimovitz, também criticou a atitude de Netanyahu em relação aos Estados Unidos e afirmou que as declarações que o premiê fez na ONU "deveriam ser feitas nos bastidores e não em publico". Para Iahimovitz, Netanyahu "coloca em risco" a relação com o principal aliado de Israel, criando uma crise com os Estados Unidos.

Neste momento sabemos que nenhum dos dois líderes tem razão.
Mas sabemos que Israel é o relógio profético de Deus, e que estará diante de grave ameaça, e absolutamente isolado por todo o mundo, quando e para que o anticristo se manifeste, como um falso Messias, para ajudá-los em momento de grande angústia.
Lembremos que Obama virou as costas para Israel nos últimos tempos.
Lembremos que o Irá associa esta guerra à chegada do 12º Mahdi, que biblicamente, combina muito com o anticristo.
Lembremos que as coisas estão ficando tensas...
Lembremos que Jesus deveria retirar a Sua Noiva antes da guerra mundial prevista em Apocalipse 6, e antes da manifestação do anticristo no mesmo capítulo...
Ou, se a retirada for no meio da última semana, e não antes dela... me parece que temos uma data importante, interessante, profética, e, claro, um tanto assustadora (para alguns), para observarmos...

Portanto...

Veja os Sinais!

Haroldo Maranhão

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