segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A MARCA DA BESTA AINDA EM EVOLUÇÃO...


Em primeiro lugar, quero deixar claro que não estou afirmando, em hipótese alguma, que esta pesquisa e esta tecnologia seja feita para servir ao sistema do anticristo que virá.
ABSOLUTAMENTE NÃO...
O que quero demosntrar é que, cada dia mais, vemos tecnologias sendo desenvolvidas pelo mais bem intencionado cientista, sempre com o objetivo de melhorar a vida da humanidade como um todo.
Os fins são beneméritos e filantrópicos...
Mas que, em algum momento, o sistema que virá, e que já chegou, irá usar tudo o que puder para seu intento...
Esta tecnologia espantosa, que tem como possibilidade integrar humanos e máquinas, aplicações na saúde e para fins militares tem o poder de ser absolutamente explosiva se "cair em mãos erradas"...
E se tornar um grande avanço em tudo o que pensávamos até aqui, na tecnologia do anticristo.
Se você lê inglês, pode ir direto para o artigo clicando aqui...
Se não, eu procurei traduzir o artigo da melhor forma.
Leia abaixo... mas não deixe de acessar o link acima, pois contém dois vídeos que demonstram a tecnologia que entendo ser necessário o acesso para que você conheça melhor...


Uma equipe de engenheiros anunciou uma descoberta que pode mudar o mundo da eletrônica para sempre. Denominado “sistema eletrônico da epiderme” (EES), é basicamente um circuito eletrônico aportado na sua pele, desenhado para ser flexível e “torcível”— e ser energizado pelos movimentos do seu corpo.
EES é um salto adiante para o uso de tecnologias, e tem potencial de uso em todo o espectro de aplicações em desde diagnósticos médicos até controle de vídeo games, bem como acelerar os processos de cura de ferimentos.Os engenheiros John Rogers e Todd Coleman, que trabalharam na descoberta, dizem que i09 é um forte passo adiante para apagar a divisão entre máquinas e humanos.
Coleman e Rogers dizem que desenvolveram EES para irem além do duro e rígido formato “wafer" eletrônico dos tradicionais sistemas em favor de uma plataforma mais suave e dinâmica.

Para cumprir isso, sua equipe uniu cientistas de diversos laboratórios para desenvolver  um circuito com seu “filamento em formato de serpente". Quanto este circuito é montado em um substrato de borracha fino e com propriedades elásticas semelhantes à pele humana, o resultado é um adesivo flexível que pode ser apertado e torcido, ou expandido e encolhido, tudo isso sem afetar a sua performance eletrônica.

O vídeo demonstra a resiliencia do adesivo EES, e quão facilmente pode ser aplicado. O adesivo é primeiramente aplicado em uma fina folha de plástico solúvel em água, e então aplicado na pele com água, como uma tatuagem temporária.

Como Vamos Usar Nossa Segunda Pele?
Então, o que EES pode realmente fazer por nós?
A resposta curta é: MUITO. No artigo que descreve esta nova tecnologia, publicado nesta semana pela revista  Science, os pesquisadores ilustram a adaptabilidade do seu conceito demonstrando sua funcionalidade em um amplo leque de compatibilidade com componentes eletrônicos, incluindo sensores biométricos, LEDs, transistores, capacitores de radio frequência, antenas wireless, e mesmo condutores e células solares de energia.

Perguntamos a Rogers qual ele pensava ser a aplicabilidade mais promissora para esta nova tecnologia. Ele disse que a medicinal era a mais adequada:
Nosso artigo demonstra nossa habilidade em monitorar ECG (como um monitor de doenças cardíacas e metabólicas), EMG (como um medidor, entre outras coisas, de glicose durante caminhadas), e EEG (como medida de estado cognitivo e de consciências).

Nós também demonstramos que este device pode estimular a musculatura para induzir contrações. Quando combinados com sensores/monitoração, teremos formas de monitoração para reabilitação física. Nós também temos interesses em monitorar o sono (para apneia do sono), e para cuidado de bebês prematuros (na sua monitoração em particular).
De acordo com Rogers, a “pele eletrônica” já foi demonstrada para monitorar a saúde de pacientes como um efetivo “estado da arte” em relação aos eletrodos que requerem esparadrapos, adesivos, e o irritante gel adesivos. "A fidelidade das medicos é igual à melhro te3cnologia existente hoje, mas absolutamente única em sua forma semelhante à pele", ele explicou.



E mais, a característica única da pele eletrônica permite fazer coisas que os atuais sensores biométricos simplesmente não podem nem chegar perto. Todd Coleman, co-líder do projeto com Rogers, disse que o io9 como um EES poderia ser aplicado na garganta de uma pessoa para servir como uma ajuda de comunicação:
No ambiente de aplicações biomédicas, alguém pode imaginar oferecer benefícios a pacientes com desordens musculares ou neurológicas como ALS. Por exemplo, no artigo publicado na revista Scienc, nosso grupo pesquisador usou o device… para controlar um computador em um jogo de estratégia com os músculos da garganta, usando comandos verbais.
Em princípio, a mesma função poderia ser ativada por um simples comando de lábios, em vez de usar a fala audível. Desta maneira, a solução poderia prover aos pacientes de ALS a possibilidade de "falar" através de um sistema epidérmico eletrônico, que seria não percebido e mesmo invisível para os demais interlocutores e observadores.



Erodindo a Diferença Entre Máquinas e Humanos
For a do contexto da biomedicina, a natureza do EES abre um amplo mundo de possibilidades. Os adesivos são já quase imperceptíveis, mas quando aplicados em uma tatuagem temporária, por exemplo, qualquer evidência de um circuito eletrônico desaparece.
Coleman disse:
[Esta tecnologia] prove um amplo avanço conceitual em casar o mundo biológico com o mundo  cibernético de uma maneira que é muito natural. De certa forma, a fronteira entre o mundo eletrônico e o biológico está se tornando amorfo de uma forma crescente. As ramificações possíveis são de enlouquecer, para dizer o mínimo.

Ainda existem aplicações sem fim que vão além das aplicações biomédicas. Por exemplo, nós poderíamos usar a mesma exata tecnologia– e especificamente sua discrete aparência semelhante a uma tatuagem –para performances em operações militares, quando o agente poderia se comunicar com a estação de comando com através destes sinais elétricos, sem nem mesmo dizer uma única palavra.
A declaração de Coleman toca no que é, provavelmente, o mais importante aspecto do seu anúncio,que é organizar as futuras tecnologias para combinar o organismo com o sintético.

"A fusão dos eletrônicos e biológicos é realmente o ponto principal aqui" disse Yonggang Huang, da Northwestern University, com quem Rogers e Coleman colaboraram. "Todas as formas de eletrônicos são duras. Biologia é macia, elástica. São dois mundos diferentes. Esta é a maneira verdadeiramente inteligente de integrar a ambos."
Pensando no future, Rogers faz eco aos sentimentos de seu colega. Descrevendo qual é sua visão para seu grupo de pesquisa, ele disse:

Nós gostaríamos de expandir sua funcionalidade de maneira tal que os devices não apenas se integrassem com o corpo humano, de forma imperceptível, em um sentido mecânico, mas também de que eles também se comunicassem e interagissem com ítens diversos de uma maneira além de prótons e elétrons (o rio' tecnológico dos devices semicondutores), para o nível de fluídos e biomoléculas (i.e. o ‘rio' da biologia). Nós estamos desejando que, desta maneira, vamos acabar com a distinção entre eletrônicos e o corpo humano, de maneira que possamos avançar na saúde humana.
Bem amigo...
Quantos sinais mais você precisa?

Veja os sinais...

SHALOM!

Haroldo Maranhão

PS - Se você tem medo da morte... ou dúvidas, visite este meu outro BLOG e leia este texto: Tudo o que você sempre quis saber sobre a morte, mas tinha medo de perguntar... com certeza será bênção em sua vida!

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